Receber uma negativa de tratamento, cirurgia ou medicamento em um momento de fragilidade é desesperador.
Essas recusas podem ser justificadas por vários motivos pela operadora, como:
Mas você sabia que a maioria dessas negativas é considerada abusiva pela Justiça, principalmente se o médico prescreveu?
O Rol da ANS possui taxatividade mitigada: o STJ entende que o rol é apenas uma lista básica, não limitativa e, se presentes os requisitos, o plano é obrigado a cobrir o pedido do médico assistente.
Tratamentos de alto custo: medicamentos oncológicos, terapias para TEA (autismo), Home Care (internação domiciliar), cirurgia bariátrica (por questão de saúde), cirurgias robóticas, dentre inúmeros outros, são direitos frequentemente garantidos judicialmente.
Nosso escritório sabe que quem tem dor não pode esperar o fim de um processo judicial que dura meses.
Por meio de uma ação judicial com um pedido de Liminar (Tutela de Urgência), buscamos uma decisão judicial imediata — muitas vezes em menos de 24h ou 48h — obrigando o plano de saúde a autorizar ou custear o seu tratamento, sob pena de multa diária.
Não aceite o “não” como resposta final.
Um ação judicial bem fundamentada contra o plano de saúde protege o indivíduo de abusos e garante direitos.
Nós cuidamos da burocracia jurídica para que você foque no que mais importa: a sua recuperação ou a de quem você ama.
Cada caso deve ser analisado por um profissional especialista para que haja a melhor solução.
Para ter orientação correta, sempre consulte um advogado.
Dúvidas? Possui um caso semelhante a ser resolvido?
Entre em contato com nossa equipe jurídica.
Carolina Monteiro Ferreira
Advogada – OAB/MS 19.310